A Federação das APAES do Estado de Mato Grosso do Sul (FEAPAES-MS) reuniu-se com o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Sr. Eduardo Mendes, para a apresentação do Projeto Festival Nossa Arte 2026.
Participaram do encontro o Coordenador Estadual de Arte e Cultura, Danino Rosset, o Diretor Financeiro da FEAPAES, Sr. Elio Clemente, e o Procurador Jurídico, Sr. Renan Mendes.
Durante a reunião, Danino Rosset apresentou o projeto ao diretor-presidente, destacando que o Festival Nossa Arte vem se consolidando como uma referência estadual na promoção da arte e da cultura integradas às ações da sociedade, reafirmando o conceito de que a deficiência não define limites, e que as oportunidades, o acesso e o protagonismo são capazes de transformar realidades.
A edição de 2026 vai trazer linguagens artísticas de forte impacto social e comunitário, entre elas o Arte 40+, que valoriza e potencializa a pessoa com deficiência em seu processo de envelhecimento, além da produção de um documentário em formato de curta-metragem, utilizando o audiovisual como ferramenta de inclusão, visibilidade e representatividade. O coordenador estadual também enfatizou a importância da Feira de Economia Criativa, que contará com a exposição e comercialização de produtos confeccionados por famílias cuidadoras e pelas instituições, com a previsão de mais de 20 tendas de exposição e venda.
Reconhecendo a relevância da proposta de circulação, fomento e democratização da arte e da cultura em todo o Estado, Eduardo Mendes destacou a importância estratégica do Festival Nossa Arte, colocando-se favorável ao fortalecimento da iniciativa e contribuindo com ideias e possibilidades de parceria institucional.
A edição estadual do Festival Nossa Arte 2026 acontecerá em Campo Grande, no mês de novembro, e deverá reunir mais de 600 artistas, promovendo inclusão, visibilidade e o fortalecimento da cultura no Estado de Mato Grosso do Sul.
Mais do que um festival, o Nossa Arte é um movimento que transforma a arte em voz, o talento em protagonismo e a inclusão em política cultural permanente.